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Segunda geração do Renault Duster é flagrada

Lançado no Brasil em 2011, SUV deve mudar em 2019, com visual redesenhado e possibilidade de versão de sete lugares

WM1 / 31/05/2017 às 09:15

Lançado no Brasil em outubro de 2011, dois anos depois da sua estreia na Europa, o Duster vai ganhar a segunda geração em 2019, de acordo com relatório da publicação “Economic Times”. Sua chegada ao mercado europeu deve acontecer no primeiro semestre e uma unidade de testes foi flagrada, ainda protegida por pesada camuflagem, pela parceira “Automedia”.

A chegada ao Brasil deve acontecer na sequência – aqui, o SUV compacto é vendido com a marca Renault, enquanto no mercado europeu ele é comercializado com o emblema da Dacia, subsidiária de baixo custo da montadora francesa.

Enquanto o visual do novo Duster permanece um mistério, há especulações diferentes sobre qual será a plataforma que vai servir de base para a segunda geração do utilitário esportivo. Publicações britânicas afirmam que ele vai usar uma adaptação da plataforma atual, compartilhada com Logan e Sandero, enquanto uma publicação romena aposta que o modelo vai usar uma base modular mais moderna, a CMF, que é usada no subcompacto Kwid, prestes a ser lançado no Brasil, e com variações em modelos como o novo Mégane, da Renault, e Nissan Rogue. Estima-se que, em 2020, cerca de 70% dos automóveis fabricados pelo Grupo Renault-Nissan utilizem essa plataforma.

Como acontece atualmente com o Captur, que é feito sobre o Clio europeu para aquele mercado e no Brasil e Rússia é construído sobre a base do Logan, o Duster poderá seguir o mesmo caminho: ter uma versão mais sofisticada para mercados “desenvolvidos” e outra, mais simples, para países “em desenvolvimento, como aqui. Ainda assim, o visual deverá ser praticamente o mesmo, independentemente do mercado.

Também especula-se que o SUV ganhe, na próxima geração, uma opção de entre-eixos alongado, com três fileiras de assentos e espaço para levar até sete ocupantes.

Ao menos na Europa, o Duster deve ganhar opção de motor 1.2 turbo a gasolina, que vai conviver com versões 1.6 turbodiesel. Hoje, o utilitário é vendido no Brasil com motores flex de 1,6 e dois litros, com transmissão manual ou automática de quatro velocidades.

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