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Mégane R.S. quer levar recorde do Civic Type R

Nova geração do hatch esportivo da Renault foi flagrada em Nürburgring, onde rival da Honda obteve recorde recentemente

WM1 / 20/06/2017 às 16:00

A nova geração do “hot hatch” Mégane R.S. está pronta para ganhar as ruas, com lançamento na Europa previsto para o fim deste ano, mas antes a Renaultsport, divisão de alta performance, quer garantir um recorde para promover o lançamento. Duas unidades do carro foram fotografadas, apenas com leve camuflagem, acelerando no circuito de Nürburgring, onde recentemente o Honda Civic Type R cravou a volta mais rápida para um automóvel de tração dianteira produzido em série.

A própria Renault já foi detentora, em 2014, do recorde no autódromo alemão, com uma unidade do Mégane R.S. 275, da geração anterior do hatch médio, também vendido nas versões “civis” com carroceria sedã - como no Brasil, onde o modelo também foi comercializado na configuração perua e, há alguns bons anos, hatch. Hoje, ele está fora de linha, substituído no país pelo Fluence.

O novo Mégane R.S. já havia feito uma aparição oficial em público no mês passado, antes da disputa do Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e sua apresentação vai acontecer em setembro, durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha, com início das vendas na sequência.

Ainda não são conhecidos os detalhes técnicos, mas a Renault já antecipou anteriormente que o carro terá cerca de 300 cv de potência, extraída de um motor 2.0 turbo, como a geração atual e o rival Civic Type R, ou uma versão adaptada do 1.8 turbinado do cupê Alpine A110, que nele gera 252 cv de potência e 32,63 kgf.m de torque.

A tração dianteira será mantida, com esterçamento das rodas traseiras para facilitar o contorno das curvas, como no mais manso Mégane GT. O hatch também deve ganhar a opção de transmissão automatizada de dupla embreagem, também presente no Clio R.S., em adição à caixa manual de seis marchas.

A geração anterior do Mégane R.S. chegou a vir ao Brasil em 2013 para testar a receptividade do público, mas o aumento do dóiar e dos custos de importação fizeram a Renault engavetar os planos. Quem sabe o novo modelo tenha mais chances de desembarcar aqui em um futuro não muito distante?